domingo, 15 de junho de 2014

Atividade Substantivo Próprio e Sílaba

Crianças adoram competir não é mesmo?
Que tal se utilizar da palvra competição para estimulá-los a fazer suas buscas?
A atividade acima é apenas um exemplo o professor pode utilizar a idéia e criar outros modelos.

Veja também: Atividade Matemática com Gráfico

Substantivo
Substantivo: dada a função que essa classe exerce, nota-se que ela provém da mesma família de “substância, substancial”, ou seja, algo necessário, fundamental. Sendo assim, os substantivos recebem classificações distintas, tendo em vista aspectos relacionados à formação e ao significado de abrangência.
Os substantivos podem ser classificados quanto à importância, individualização, especificação do que nomeiam. Assim, são classificados em "comuns" ou "próprios". Um substantivo que se nomeia um ser específico, dando-lhe nome próprio e diferenciando-lhe dos demais seres de sua espécie, é um substantivo próprio, este tipo de substantivo sempre é iniciado com letra maiúscula. Substantivos que não sejam próprios são classificados como comuns.

Substantivo Comum
Palavra que designa ou nomeia um grupo geral de objetos, animais, plantas ou quaisquer outros seres vivos ou não, os quais possuem as mesmas características. Ou seja, é aquele que designa os seres de uma espécie de forma genérica. Geralmente são grafados com letra minúscula.

Ex:
mulher,
cachorro,
cidade,
loja,
livro.
Note que não é qualquer coisa que pode ser denominada como mulher, cachorro, cidade ou livro. Para fazer parte deste grupo é necessário obedecer a algumas características em comum para todos os seres que também fazem parte deste grupo.

Substantivo Próprio
Palavra que denomina um ser único, específico, diferenciando-o do restante do grupo. Geralmente é grafado com letra maiúscula. Por exemplo, São Paulo é o nome próprio de uma cidade, ou seja, especifica um ser dentro de um grupo que se denomina pelo substantivo comum cidade. Indicam um nome, seja ele de um lugar, ser vivo ou obra. O estudo destes é chamado de Onomástica.

Ex:
Ana,
Rex,
Lisboa,
São Paulo,
Salvador,
Mateus,
Luis,
Talita,
Natanael.

Sílaba é uma emissão de voz completa, representada por um ou mais fonemas.

Número de sílabas
As sílabas, agrupadas, formam vocábulos. De acordo com o número de sílabas que os formam, os vocábulos podem ser:

monossílabos - formados por uma única sílaba: é, há, ás, cá, mar, flor, quem, quão.
dissílabos - apresentam duas sílabas: vi-ver, de-ver, cla-ro, com-por.
trissílabos - apresentam três sílabas: ca-ma-da, O-da-ir, pers-pi-caz, tungs-tê-nio, felds-pa-to,ca- va-lo
polissílabos - apresenta quatro ou mais sílabas: bra-si-lei-ro, a-me-ri-ca-no, mo-nos-si-la-bo,dis-si-la-bo, psi-co-lo-gi-a, con-se-quên-cia
Na língua portuguesa, o número de sílabas de uma palavra corresponde ao número de vogais completas.

Divisão silábica
A divisão silábica obedece a algumas regras básicas. O conhecimento das regras de divisão silábica é útil para a translineação das palavras, ou seja, para separá-las no final das linhas. Quando houver necessidade da divisão, ela deve ser feita de acordo com as regras abaixo. Por motivos estéticos e de clareza, devem-se evitar vogais isoladas no final ou no início de linhas, como a-sa ou Urugua-i.

ditongos e tritongos pertencem a uma única sílaba: au-tô-no-mo, ou-to-no, di-nhei-ro, U-ru-guai, i-guais.
os hiatos são separados em duas sílabas: du-e-to, pro-i-bi-do, ca-a-tin-ga.
os dígrafos ch, lh, nh, gu e qu pertencem a uma única sílaba: chu-va, mo-lha, es-ta-nho, guel-ra, a-que-la.
as letras que formam os dígrafos rr, ss, sc, sç, xs, e xc devem ser separadas: bar-ro, as-sun-to, des-cer, nas-ço,ex-su-dar, ex-ce-to.
os encontros consonantais que ocorrem em sílabas internas devem ser separados, excetuando-se aquelas em que a segunda consoante é l ou r: con-vic-ção, a-pli-ca-ção, as-tu-to, a-pre-sen-tar, ap-to, a-brir, cír-cu-lo, re-tra-to, ad-mi-tir, de-ca-tlo, ob-tu-rar. Exceção: ab-rup-to. Os grupos consonantais que iniciam palavras não são separáveis: gnós-ti-co, pneu-má-ti-co, mne-mô-ni-co.

Sílaba tônica
Na língua portuguesa, o acento tônico recai mais frequentemente na penúltima sílaba, mas pode também cair na última ou na antepenúltima sílaba, e jamais situa-se em outra posição além destas. Em esperanto, ele sempre recai sobre a penúltima sílaba, e no aramaico bíblico, ele recai mais frequentemente na última sílaba. No aramaico, como em outras línguas semíticas, as sílabas começam por consoantes, seguidas de pelo menos um som vocálico, e podem terminar com uma vogal (sílaba aberta) ou com uma consoante (sílaba fechada).

As sílabas que não recebem acento tônico são chamadas de átonas. Na língua portuguesa, excluídas a tônica e a subtônica de uma palavra, suas demais sílabas são sempre átonas. A tonicidade das sílabas finais de palavras tem influência em sua variação fonética. No português brasileiro, os ditongos nasais de sílabas finais átonas estão sujeitos a variações fonéticas por redução da nasalidade (cantaram/cantaru), o que parece ser condicionado linguística e socialmente.

Na gramática, as palavras podem ser classificadas segundo a posição da sílaba tônica. Assim, elas são agudas, graves ou esdrúxulas. Em alternativa, podem ser chamadas oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas, respectivamente. No Brasil, os segundos termos são os mais usados. Em Portugal, depende do contexto.

Estrutura interna
De acordo com a teoria de Chomsky de Gramática Universal, uma sílaba pode ter três elementos: ataque, núcleo e coda, e em cada língua, sua gramática define que segmento pode ocupar cada posição na estrutura da sílaba, além de estabelecer parâmetros, pelos quais, por exemplo, o ataque pode ser obrigatório e a coda, opcional.

Poesia
No poema, a sílaba tônica é a sílaba de mais ênfase, a que se pronuncia mais forte, utilizada para classificar a métrica dos versos.

Características diversas.
Quanto à decomposição silábica das palavras, a sílaba é, na maioria dos casos, iniciada por uma consoante (se existir), terminando numa vogal. Na língua portuguesa existem, contudo, casos excepcionais:

Emperrado = Em + per + ra + do
No caso acima, os R não ficaram unidos quando da separação das sílabas. A mesma regra se aplica para a letra S, quando dobrada.

Bibliografia.

Abreu, Antônio Suárez. Gramática Mínima para o Domínio da Língua Padrão (em português). 2 ed. [S.l.]: Atelie Editorial, 2003. 356 p. 

Araújo, Reginaldo Gomes de. Gramática do Aramaico Bíblico (em português). [S.l.]: EdiçõesTargumim, 2008. 367 p. 

Bisol, Leda. Introdução a estudos de fonologia do português brasileiro (em português). 4 ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2005. 296 p. 

Bisol, Leda (org.); Collischonn, Gisela (org.). Português do sul do Brasil : variação fonológica (em português). 1 ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2009. 

Dubois, Jean. Dicionário de Linguística (em português). 8 ed. [S.l.]: Cultrix, 2001. 653 p. 

Figueiredo, Adriana; Figueiredo, Fernando. Gramática Comentada com Interpretação de Textos, 2a Edição: Teoria Completa e Questões Comentadas (em português). [S.l.]: Elsevier Brasil, 2012. 532 p. 

Ledur, Paulo Flávio. Português Prático (em português). 7 ed. [S.l.]: Editora AGE Ltda, 2006. 223 p. 

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