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Pesquisa Ideia Criativa

Plano de Aula- A Super cola.



1- TÍTULO DO PROGRAMA 

AS AVENTURAS DE BILL TAMPINHA E SUA MELHOR AMIGA CORKY.

2- EPISÓDIO TRABALHADO
A super cola

3- SINOPSE DO EPISÓDIO ESPECÍFICO
O episódio A Super Cola faz parte da série As aventuras de Bill Tampinha e sua melhor amiga 
Corky. Neste episódio Bill e sua melhor amiga tentam ajudar dona Apito a colar uma porta que 
seu cachorro quebrou, para isto buscam a ajuda do cientista. Ele ajuda com algumas poções
feitas com colas coloridas que têm efeitos diversos. 

4- PALAVRAS-CHAVE
Cores, cola forte, ajuda, experimento, cientista .

5- ASPECTOS RELEVANTES DO VÍDEO
O episódio apresenta de maneira criativa, por meio de experimentos, conhecimentos 
relacionados à transformação, cores, tamanhos. Tudo isso, enquanto tentam solucionar o 
problema da porta que Timmy quebrou. 

6- TÍTULO DO PROJETO/ ATIVIDADE
Brincando com as cores e suas transformações. 

7- EM QUAL FASE OU IDADE SERIA MELHOR APLICAR ESSE TRABALHO?
Crianças de 5 a 6 anos.

8- PRINCIPAIS CONCEITOS QUE SERÃO TRABALHADOS
- Conhecimento de cores;
- Processos de transformação1
- Solidariedade.

9- O QUE O ALUNO PODERÁ APRENDER OU DESENVOLVER COM ESTA ATIVIDADE.
- Identificar os nomes e quais são as cores primárias;
- Observar processos de transformações por meio de misturas químicas;
- Desenvolver a criatividade e a imaginação.

10- MATERIAL NECESSÁRIO PARA REALIZAÇÃO DA ATIVIDADE
- aparelho de TV, aparelho de DVD, mídia com o episódio que será trabalhado, ou acesso à Internet.
- tinta guache nas cores vermelha, amarela e azul.
- 10 potes pequenos ou tampas de potes vazios (de tinta guache em tamanho médio), que seriam jogados fora, para colocar as tintas e fazer novas misturas mágicas. 
- duas cartolinas brancas;
- pincéis;
- folhas de tamanhos médios maiores que a4, para desenharem em grupos de 3 crianças. 
1 Conteúdo indicado no sumário do terceiro volume do Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (BRASIL, 1998) e desenvolvido na página 186 como parte do eixo “A criança, a natureza e a sociedade”. O conteúdo foi inserido com o objetivo de possibilitar à criança conhecer os processos de transformação de objetos e também dos próprios elementos da natureza, contribuindo na compreensão da relação entre e ser humano e a natureza.

11- DURAÇÃO DA ATIVIDADE 
1h para uma aula.
1º- Etapa 15’ min.
2º- Etapa 20' min.
3º- Etapa.25' min.

12- DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE
1º - Assistir ao filme;
2º - Após assistir ao filme, estabelecer uma conversa destacando o que aconteceu com a porta da dona Apito. O professor deve fazer perguntas sobre o episódio: onde Bill e sua amiga foram buscar ajuda? Como é este laboratório? Qual a cor da cola que o cientista deu para eles? Depois perguntar quais as cores que apareceram nas colas seguintes. Apresentar as cores primárias nos potes: vermelho, amarelo e azul. 

3º - Caso seja possível, escolher um lugar na área externa da instituição, próximo a lugares com água para lavar as mãos. Se não houver, a atividade poderá ser feita na própria sala de aula. No local escolhido, o professor irá propor às crianças que façam igual ao cientista do filme, porém o experimento será o de verificar as transformações que ocorrem quando se misturam cores diferentes. Perguntar quem quer fazer o primeiro experimento, (caso haja mais de uma criança o professor deve fazer uma brincadeira como "Ai-bai-bia” ou outra maneira de escolha regional para efetuar a escolha). Deixar que a criança escolha as cores que deseja misturar. Para isso elas deverão utilizar um palito de madeira ou outro material que esteja limpo, para que não haja mistura dentro dos potes com as cores primárias. Explicar para as crianças este procedimento, enfatizando que é por esta razão que os pincéis devem ser lavados após o uso, para manter a 
cor original em cada pote. Depois de feitas várias misturas, propor que em pequenos grupos ou em duplas, as crianças criem um desenho com as novas cores. Deixar este desenho exposto na sala. 

13- AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE
Nesta atividade o professor poderá saber pelas falas das crianças que conhecimentos elas já possuíam sobre as cores e o que conseguiram aprender e ampliar por meio desta experiência da transformação. Ouvir, observar e registrar durante a composição dos desenhos o que de fato conseguiram aprender com esta atividade. 

14- DISCUSSÕES TEÓRICAS 
Conforme o Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil-(1998), p.97 "A confecção de tintas e massas com as crianças é uma excelente oportunidade para que elas possam descobrir propriedades e possibilidades de registro, além de observar transformações. Vários tipos de tintas podem ser criados pelas crianças utilizando elementos da natureza, como folhas, sementes, flores, terras de diferentes cores e texturas que misturadas com água ou outro meio e peneirados, criam efeitos instigantes quando usadas nas pinturas”.
Ao proporcionar atividades como estas, possibilita-se à criança perceber que os materiais podem sofrer modificações e que estas são feitas por elas, dando-lhe um poder de criação e desenvolvendo assim sua imaginação e criatividade, por isto, cabe aqui destacar que atividades como esta proporcionam às crianças um espaço para do desenvolvimento da criação e imaginação.
“A atividade criadora da imaginação encontra-se em relação direta com a riqueza e a variedade de experiências acumuladas pelo homem, porque esta experiência é o material com o qual se erguem seus edifícios da fantasia. Quanto mais rica for a experiência humana, tanto maior será o material que dispõe essa imaginação." (Vigotsky, 1987, p.17).
Conhecer o que as crianças sabem sobre os conteúdos que desejamos ensinar e que por isto planejamos intencionalmente para elas é fundamental para darmos um salto em seu desenvolvimento e aprendizagem. 

Segundo, Martins (2007), “A proposição educativa das atividades de produção deve ser devidamente planejada, inclusive porque desde a primeira infância a criança já está em contato com muitas delas”. Tais atividades devem atender a uma complexificação crescente, conter conteúdos novos, pois a mera repetição de atos esvazia-os de sentido, induzindo a criança ao abandono dos mesmos. É incidindo sobre a área de desenvolvimento potencial que, de fato, atuam sobre o desenvolvimento infantil.

15- SUGESTÕES DE LEITURAS
BRASIL. Ministério da Educação e Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial curricular nacional para a educação infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998. Volume, 3.

ARCE, Alessandra, Débora A. S. M. Silva & Michele Varotto. Ensinando Ciências na Educação Infantil. Campinas, SP: Alínea, 2011, p 52-60.

FACCI, M.G.D. Os estágios do desenvolvimento psicológico segundo a psicologia sóciohistórica. In: ARCE, A. e DUARTE, N. Brincadeira de papéis sociais na educação infantil: as contribuições de Vigotski, Leontiev e Elkonin. São Paulo, Xamã, 2006, p.11-25.

16- BIBLIOGRAFIA UTILIZADA
ARCE, Alessandra, Débora A. S. M. Silva & Michele Varotto. Ensinando Ciências na Educação Infantil. Campinas, SP: Alínea, 2011, p 52-60.
"Vigotski (2001, p. 112-3), referindo-se ao dinamismo processual do desenvolvimento psíquico, postula-o como expressão do entrelaçamento do nível de desenvolvimento efetivo; representando aquilo que a criança é capaz de fazer por si mesma graças a habilidades já desenvolvidas; e área de desenvolvimento potencial; compreende o que pode fazer com o auxílio dos adultos por conta de processos de desenvolvimento em curso, sobre o qual o ensino deve incidir."
BRASIL. Ministério da Educação e Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial curricular nacional para a educação infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998. Volume 1, 2, 3. 

FACCI, M.G.D. Os estágios do desenvolvimento psicológico segundo a psicologia sóciohistórica. In: ARCE, A. e DUARTE, N. Brincadeira de papéis sociais na educação infantil: as contribuições de Vigotski, Leontiev e Elkonin. São Paulo, Xamã, 2006, p.11-25.

VYGOTSKI, L. S. Imaginacion y la Arte en la Infância. México:Hispanicas, 1987.

MARTINS, M. L. Especificidades do desenvolvimento afetivo-cognitivo de crianças de 4 a 6 anos. In: ARCE, A. e MARTINS L. M. (Orgs). Quem tem medo de ensinar na Educação Infantil? Em defesa do ato de ensinar, SP: Alínea, 2007, p.63-92.

VIGOTSKI, L. S. A Formação Social da Mente. São Paulo: Martins fontes, 1991.

17- CONSULTORA
Sônia Maria Jordão de Castro



4 comentários:

  1. QUE JOIA ESTA PROPOSTA DE ATIVIDADE COM ESTE PERSONAGEM PARA LÁ DE ORIGINAL.FICOU TUDO MUITO BEM ELABORADO E VAI ALCANÇAR O OBJETIVO COM CERTEZA.BRIGADA

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  2. que bacana essa ideia .. gostei demais dessa ideia,
    parabnes

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