terça-feira, 18 de abril de 2017

Educação infantil indígena: o que é melhor para os curumins?

O oferecimento de educação infantil para as crianças indígenas tem suscitado muitas críticas e um intenso debate entre especialistas, lideranças e povos indígenas. Muitos defendem que a educação infantil atenta contra as tradições indígenas, mas algumas comunidades indígenas têm reivindicado espaços educativos para suas crianças pequenas. 

Bernardete Toneto | São Paulo/SP
Educação infantil indígena: o que é melhor para os curumins?



     O papel, antes branco, se tingiu de verde. No centro, uma bola amarela. E mais nada. Corria o ano de 2003. Naquela manhã, quando viu o desenho, Maximino Piranicaiuã levou um susto. Professor de classes de educação infantil em Dourados (MS) desde 1999, ele tinha incentivado as crianças a desenharem suas casas. Diante da arte do menino de 5 anos, cuja casa não tinha paredes e sim matas verdes e o sol amarelo, ele parou para pensar em sua própria infância na aldeia guarani-kaiowá. Lembrou dos parentes reunidos no terreiro, das histórias contadas pelos ancestrais, dos bebês no seio da mãe, do fogo sempre aceso aquecendo as conversas. Comparou essas lembranças com a sala de aula de apenas uma janela. “Percebi que nossos planos de aulas estavam totalmente errados”, recorda. Para ele, os curumins não deveriam estar na escola. 
     A preocupação de Maximino é a mesma de pais, lideranças e comunidades indígenas, professores, especialistas em educação infantil e em educação indígena e também da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad), do MEC. Diante da indefinição de projetos, das práticas pedagógicas, da infra-estrutura inadequada e da falta de formação de professores específicos para os pequenos, sobram indagações em relação à educação infantil indígena. A Lei de Diretrizes e Bases (LDB), de 1996, reconhece a educação infantil (oferecida em creches, para crianças de 0 a 3 anos,e em pré-escolas, para crianças de 4 e 5 anos) como a primeira etapa da educação básica e determina que é obrigação do Estado oferecer este nível de ensino para todas as famílias que buscarem vagas para suas crianças. 
    Entretanto, ainda não foram encontradas respostas para a implantação, nas aldeias, das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) para a educação infantil, que determinam o respeito às diversas identidades das crianças e suas famílias, sem qualquer tipo de exclusão, até mesmo a de etnia. 
    “Cada povo tem o seu jeito de cuidar e educar as crianças, de acordo com a sua mitologia de origem e sua cultura”, diz Francisca Pareci, coordenadora do Programa de Formação de Professores Indígenas de Mato Grosso. Um exemplo está na própria nação Pareci, um dos 39 povos indígenas do Mato Grosso: o avô paterno é responsável pela educação do primeiro neto, a quem vai contar, em detalhes, as histórias das pessoas que foram pássaros. Quando o dia ameaça nascer, as crianças pequenas são levadas para a beira do rio, para ouvir o cântico dos passarinhos,cada um deles remetendo à humanização dos antepassados. 
    Para os indígenas, a educação não é responsabilidade só do pai ou da mãe, mas de todos os parentes, principalmente dos avós, que repassam oralmente a sabedoria do povo, desde o nascimento do bebê. Com pequenas diferenças, as diversas nações valorizam a sabedoria dos patriarcas no processo de aprendizado da criança. Os ensinamentos são repassados em meio a brincadeiras, nas cantigas e nas histórias de seres ligados à natureza. O irmão mais velho carrega o caçula nos braços e o ajuda a descobrir o mundo. Os tempos são marcados pelo sol e pela lua e não pela campainha da escola. 
    Em culturas em que a escola é terra, água, fogo e ar, a sala de aula tem pouco valor, afirma Francisca. Primeira representante indígena no Conselho Nacional de Educação, Chiquinha Pareci chama a atenção para a degradação dos valores e da cultura indígena na primeira infância, um fato que segundo ela vai destruir a tradição dos patriarcas e das matriarcas. “Em todas as aldeias por onde passei, os velhos se manifestaram contra a forma como as crianças estão sendo arrancadas do seio da sua educação”, relata. Segundo ela, os idosos temem “ficar iguais aos velhos da cidade, que vão pros asilos, abandonados”. 
     Há uma grande preocupação com a preservação dos valores culturais da criança indígena. Por enquanto, os princípios da educa- ção escolar indígena (inter-culturalidade, especificidades, plurilingüismo e diferenciação), conquistados pelo movimento indígena organizado e transformados em política pública pelo MEC, são evidentes a partir do Ensino Fundamental. “A lei determina o oferecimento de educação infantil indígena. Mas o Estado não pode anular os direitos coletivos dos povos indígenas, de definirem as suas prioridades, de escolherem o que é melhor para eles”, defende Suzana Grillo, da Coordenação-Geral de Educação Escolar Indígena da Secad/MEC. 
     Suzana Grillo reconhece que a educação infantil não tem sido tratada nos grandes fóruns de educação escolar indígena. Não foi contemplada, até hoje, na Comissão Nacional de Educação Escolar Indígena do MEC, na qual os indígenas têm assento. Da mesma forma, as comunidades não são ouvidas no momento de implantação da unidade educativa pelo poder público local, contrariando o que determina a Resolução CEB 3, de 1999. 
     Chiquinha Pareci eleva o tom ao classificar como “genocida” a educação infantil que vem sendo desenvolvida em várias aldeias, em virtude da destruição dos valores e das tradições dos povos indígenas. A falta de terras e a pobreza são apontadas como responsáveis pela inserção prematura da criança indígena no espaço escolar. Maximino Piranicaiuã traça a rota da desagregação familiar em uma comunidade guarani de 12 mil pessoas, em Dourados: “Nossa área é muito pequena. Sem terra, os homens saem para trabalhar nas fazendas, e permanecem 70 a 80 dias fora. As mães ficam responsáveis pelas crianças, mas também têm de trabalhar”. Saldo: crianças, até bebês, vão para a escola muito cedo, sem o contato com a cultura de seu povo. 
     Dados do Censo Escolar 2005 mostram que, das 7.205.013 crianças de 0 a 6 anos matriculadas em creches e espaços de educação infantil, 18.583 são indígenas de várias etnias. Há dez anos o Centro de Cultura Luiz Freire (CCLF), de Pernambuco, desenvolve junto ao povo Xukuru uma pesquisa para traçar o perfil das escolas nas áreas indígenas que oferecem a educação infantil e encontra um quadro classificado como “desolador”. A indigenista Eliene Amorim, mestre em educação pela Universidade Federal de Pernambuco, diz que criança indígena inserida prematuramente em espaço escolar perde a identidade. 
     Eliene é coordenadora do CCLF, que trabalha em conjunto com o Movimento Interfóruns de Educação Infantil no Brasil (Mieib). As duas instituições denunciam a dimensão que o problema vem alcançando. Os dados preliminares da pesquisa feita em Pernambuco mostram que os espaços de educação infantil deixaram as fronteiras da zona urbana e chegaram às aldeias na zona rural. Para as duas entidades, as condições socioeconômicas da maioria das comunidades indígenas têm levado suas crianças a saírem dos espa- ços de convivência e ingressarem em espaços institucionalizados, o que acaba provocando graves danos à identidade indígena. “Em lugar do terreiro, do convívio com os parentes, do ambiente socializado que marca a cultura e a cosmovisão indígenas, eles vão para salas fechadas, muitas vezes sem janelas, aprender as coisas dos brancos”, sintetiza Eliene. 
    Para Suzana Grillo, a demanda por educação infantil indígena é induzida por um quadro de vulnerabilidade social. “Muitas comunidades hoje passam por riscos, com problemas de fome, degradação ambiental, aumento populacional muito grande. Projetos de educação indígena atendem a uma realidade socioeconômica grave, mas não são adequadas às necessidades sociais e interculturais dos povos indígenas”. 
     Nem mesmo o papel do educador é consenso. Para Elisa Pankararu, de Pernambuco, o fato de o professor também ser indígena pode garantir o ensinamento familiar. “Ele não é aquela figura que chega de manhã, passa quatro horas dentro da sala de aula sorrindo, dando beijinho, dançando, desenhando e depois vai embora. Ele é da comunidade”. Chiquinha Pareci discorda. “Educação infantil indígena não pode ser feita por uma única pessoa. Não dá para pensar em apenas um professor. É coisa de comunidade, de gente reunida, de responsabilidade conjunta, de espaços compartilhados”. Divergências à parte, as duas, mulheres, educadoras, mães e indígenas, concordam: educação de curumim, na aldeia, tem de ser feita de amor. Em comum-unidade.•
Reportagem da REVISTA CRIANÇA PORTAL MEC.

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Povos indígenas Material para estudo e pesquisa


Ideia Criativa®. Artigo criado por Gi Barbosa em . Atividades pedagógicas para Educação Infantil Atividades e planos de aula para professores da Educação Infantil. Classificação: 5

Povos indígenas Material para estudo e pesquisa

 Nomes dos povos indígenas brasileiros e informações sobre cada um deles.

No site POVOS INDÍGENAS NO BRASIL você encontra a lista com os nomes das tribos indígenas e um pouco sobre cada uma delas
É um excelente site para os professores que desejam se aprofundar seus conhecimentos e dará uma dimensão bem interessante sobre os povos indígenas.
Povos indígenas Material para estudo e pesquisa
Imagem do site Sputnik
Acessem, pesquisem e apresentem os povos indígenas e suas diferentes culturas aos nossos pequeninos.


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Desenho curto para trabalhar Sociedade e Natureza

Utilizando a TV na escola de forma apropriada

Por muito anos a televisão na escola foi utilizada como um mero objeto de entretenimento onde as crianças eram colocadas por longos períodos para ver filmes e desenhos infantis sem qualquer outro propósito aparente. Ainda bem que esta realidade mudou, né?
A televisão pode ser um excelente recurso para início de um projeto,  reflexão sobre um tema ou informe sobre determinado conteúdo mas jamais a criança deve ficar por longos períodos em frente a ela.
Feita esta breve reflexão nós passamos a apresentar um desenho muito interessante para o trabalho com o eixo Sociedade e Natureza. Trata-se da animação Shaun, o carneiro.

São desenhos curtos com personagens de massinha de modelar que se passa em uma fazenda.
Desenho curto para trabalhar Sociedade e Natureza

Shaun é um carneiro super criativo líder de um rebanho que sempre resolve situações problemáticas que vão surgindo com a ajuda do cão pastor Bitzer. Por vezes o próprio Shaun gera algumas confusões que precisam ser resolvidas.
 Por se passar no campo e envolver animais , esta animação pode ser utilizada para o trabalho dentro do eixo Sociedade e Natureza, mas servirá igualmente de apoio para todos os outros.

Já utilizei por diversas vezes os desenhos da série nas aulas e apesar de não haver diálogo entre os personagens eles despertam um interesse enorme nas crianças e servem como apoio para o trabalho com a oralidade uma vez que é impossível não iniciar uma roda de conversa após vê-lo.
Depois da roda ( onde por vezes falam sobre o formas alternativas de resolução do problema do dia) eles amam fazer os personagens com massinha e brincar com eles.

Abaixo deixo um dos episódios para que vocês possam ver e quem sabe levar pra turma e a partir dele observar o interesse e criar um projeto.


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Muito interessante, não é verdade?
E de verdade... As crianças amam!

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quarta-feira, 12 de abril de 2017

7- Atividades Sensoriais para desenvolver com Bebês em creches ou berçários

ATIVIDADES SENSORIAIS PARA BEBÊS


1    1- Garrafas sensoriais

7- Atividades Sensoriais para desenvolver com Bebês em creches ou berçários
IMAGEM DO SITE PLAIN VANILA MOM
Materiais:

Garrafa de plástico, bexigas e contas coloridas, água, corante alimentar.

Instruções:

Coloque dentro da garrafa as bexigas e contas coloridas.

Preencha com água e coloque dentro dela o glitter e corante alimentar.

Feche e lacre com cola quente.
  • Você pode ainda não fazer uso de água e preencher as garrafas com grãos ou bolinhas coloridas, deste modo o bebê será também estimulado pelo som.
  • Outros materiais que podem ser utilizados: Pedaços de E.V.A coloridos, miniaturas de bichinhos, óleo, gel de cabelo, dados, conchas, lantejoula e bolinhas de gude.

2- Cartão Visual

Atividade de estimulação visual a ser desenvolvida com bebês entre 2 e 4 meses de vida.

Materiais:

· Papelão, cola, tesoura, imagem em preto e branco

Instruções:

Recorte a figura em preto e branco e cole no pedaço de papelão.

Coloque-a na frente do bebê para que possa ficar olhando.

Importante: Nesta faixa etária os bebês têm dificuldade em distinguir nuances de cores.

Dê preferência à utilização de decoração, objetos brinquedos e roupas em preto e branco.

3- A caixa do bebê


Atividade para estimulação da coordenação motora grossa

7- Atividades Sensoriais para desenvolver com Bebês em creches ou berçários
Materiais:

· Caixa de papelão, bolas coloridas

Instruções:

Coloque as bolas e o bebê dentro da caixa e deixe que explore.

O professor pode ainda apenas oferecer gizão de cera para que o bebê faça rabiscos.


4- Saco sensorial
7- Atividades Sensoriais para desenvolver com Bebês em creches ou berçários
IMAGEM DO SITE DIRT AND BOOGERS
Materiais:

· Saco zip-lock, gel de cabelo, miniaturas de bichinhos, fita adesiva

Instruções:

Coloque o gel e as miniaturas dentro do saco.

Reforce com fita adesiva as laterais para que o saco não se abra.

Deixe que o bebê explore.

Você pode tematizar o saco sensorial como, por exemplo, preencher com gel azul e colocar peixinhos.



5- Splash com água colorida


7- Atividades Sensoriais para desenvolver com Bebês em creches ou berçários
IMAGEM DO SITE THE IMAGINATION TREE

Materiais:

 Bacia , água,corante alimentar

Instruções:

Coloque água na bacia e dê um colorido com corante alimentar.

Estimule o bebê a dar pequenas batidas na água.

6- Cesto divertido

Materiais:

· Cesto grande e objetos variados de diferentes texturas .

Ex: Chocalhos, mordedores, bolas, fitas, etc.

Instruções:

Coloque os objetos dentro do cesto e convide o bebê a explorar.



7- Piscina de Macarrão

Materiais:

· Macarrão cozido tipo espaguete, piscina infantil ou bacia grande, anilina

Após cozinhar e colorir o macarrão com diferentes cores coloque-o dentro da piscina e convide os bebês a explorarem.


Compilado por Gi Barbosa Carvalho Miranda .



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domingo, 9 de abril de 2017

Elmer o elefante xadrez Contação de História e Sugestões de Atividades


4 atividades para trabalhar com o livro Elmer O elefante Xadrez

Já deixamos aqui algumas sugestões de atividades para o trabalho com a história de David Mc Kee, "Elmer , o elefante xadrez" e hoje resolvemos organizá-las neste post pra que você possa criar seu semanário ou sequência didática.

4 atividades para trabalhar com o livro Elmer O elefante Xadrez

ATIVIDADE 1- COLAGEM ELMER O ELEFANTE XADREZ
ATIVIDADE 2- PINTURA E FORMAÇÃO DE NOME DO PERSONAGEM
ATIVIDADE 3 - PINTURA COM TÉCNICA ESPONJADA ELMER
ATIVIDADE 4- JOGO PEDAGÓGICO ELMER MATEMÁTICA

Sugerimos também uma contação de história super legal lá do canal BAÚ DA CAMILINHA.
Vale a penas ver e se inscrever!




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sábado, 8 de abril de 2017

Planos de Aula Projeto Páscoa Educação Infantil

 Páscoa na Educação Infantil- Planos de aula

Dentro do Portal do Professor MEC encontramos 2 planos de aulas super legais que podem ser adaptados á sua realidade.

1- Páscoa- Trabalhando com textos significativos- Professora Pamela Maria Oliveira
2- Festas: quando e onde são comemoradas? -Professora Selma Sueli Santos Guimaraes
Planos de Aula Projeto Páscoa Educação Infantil
Veja também:



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Contação de História Juju Vai Viajar com Daniela Hoffman Alvarez

Contação de história no varal

 Este é o trabalho maravilhoso da professora Daniela Hoffman Alvarez que contou lindamente para seus alunos nossa história Juju Vai Viajar sobre o ciclo da água.
Os recursos ficaram lindos e ela autorizou a postagem cá no site.


Contação de História Juju Vai Viajar com Daniela Hoffman Alvarez


Adorei a contação no  varal. Uma ideia espetacular!

Até emociona a gente ver nossa história contada com tanto talento e dedicação!

E olha só os personagens como ficaram fotos!
Contação de História Juju Vai Viajar com Daniela Hoffman Alvarez

Eu fiquei apaixonada pelo sol!

Contação de História Juju Vai Viajar com Daniela Hoffman Alvarez Contação de História Juju Vai Viajar com Daniela Hoffman Alvarez




Veja também:


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terça-feira, 4 de abril de 2017

Trabalhando Simetria na Educação Infantil

Atividade Simetria Páscoa Educação Infantil


Objetivo: Compreender que um objeto inteiro pode ser dividido em partes iguais.

Como desenvolver esta atividade?

1- Disponibilize para os alunos um espelho pequeno e uma folha impressa ( modelo abaixo)
2- Pergunte se elas conseguem identificar o desenho sem a metade que falta
3- Peça que coloquem o espelho sobre a reta central.
*Isso pode ser feito com um espelho por mesa ou o professor pode chamar as crianças em grupo até a mesa dele.
4- Pergunte qual o nome da figura.
*Neste momento aproveite para fazer o registro por escrito.
5-Converse sobre o que eles vivenciaram e explique que a reta central se chama eixo de simetria.
6- Desenhe outras figuras no quadro e peça que eles descubram o nome do desenho ou chame alguns alunos para que façam desenhos para os colegas
Atividade Simetria Páscoa Educação Infantil
O professor também pode fazer uso de letras como A, O, M, X.

Trabalho inspirado no artigo DESENVOLVENDO CONTEÚDOS ATITUDINAIS UTILIZANDO SIMETRIAS NO PLANO – ATIVIDADES COM MATERIAIS MANIPULATIVOS 

Veja ainda
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quarta-feira, 22 de março de 2017

9 Estratégia para o Ensino das Cores na Educação Infantil


Como ensinar cores na Educação Infantil?

Listamos 9 estratégias lúdicas de ensino super aceitas pelos pequeninos da Educação Infantil para se trabalhar com a temática CORES
Caso tenha outras estratégias compartilhe conosco através dos comentários.
9 Estratégia para o Ensino das Cores na Educação Infantil

1- Exploração de animação infantil com a temática Cores.

O desenho servirá para contextualizar ou despertar o interesse da turma sobre o tema.
Após ver o desenho as crianças falarão em roda de conversa.

Sugestão de desenho: Show da Luna - O amarelo que ficou verde.



Sugestão 2- 
Animação feita por alunas da faculdade de Artes Visuais PUC Campinas. Material Didático para crianças.


2- Brincadeiras envolvendo cores 

Sugestão abaixo:
Pique de cores.

"O grupo define quem será o pegador.
Ele escolhe uma cor e grita para os outros. Por exemplo: "Azul!".
Todos devem sair correndo e tocar a cor que foi pedida. Quem conseguir tocar a cor não pode mais ser pego.
Caso o pegador consiga capturar uma das crianças antes de ela encostar na cor, ela vira o novo pegador e deve escolher outra cor para que a brincadeira continue."  FONTE: Mapa do brincar

3- Experimento Cromatografia 

Observar a composição das tintas das canetas de hidrocor, a partir do uso da cromatografia

PDF com passo a passo do experimento.

4- Construção de brinquedo

4.1 Pião colorido.

1- Fazer um círculo de papel e dividir em 7 partes.
2- Pintaras diferentes partes com as cores do arco-íris.
3- Fazer um pequeno buraco no centro do disco,  colá-lo em papel grosso e enfiá-lo em um lápis pequeno.
Está pronto seu pião.

Quando ele estiver girando as cores vão se misturar e, se o pião girar muito, muito depressa, as cores desaparecem e o disco fica branco! 
Texto adaptado do site Nautilus

4.2 Garrafas sensoriais feitas com objetos de uma única cor.

Coloque água numa garrafa pet pequena em seguida anilina da cor escolhida.
Peça que as crianças coloquem objetos da mesma cor.
Adicione glitter, lacre a tampa com cola ou fita adesiva e deixe que as crianças brinquem.
Cada grupo pode fazer a garrafa de uma cor.

4.3 Separar os brinquedos da sala por cores.

Faça quadros no chão com fita adesiva colorida. Cada quadro de uma cor
Peça que as crianças coloquem cada brinquedo no quadro com a cor correspondente.


5- Brincadeira com tintas 

Realizar atividades de pintura com diversos materiais tais como: mata moscas, pincel, sabugo de milho, bexigas, etc.


6- Exploração sensorial

Pintar macarrão , cozinhar e brincar de explorar.

Veja vídeo de exploração  com macarrão colorido - professora Claudia Praxedes

Fazer massinha de modelar e tingi-la da cor solicitada.
Brincar em seguida construindo bichinhos com forminhas.

7- Escuta de histórias com a temática cores.

Sugestões :
Os pingos e as cores Mary e Eliardo França
Bom dia todas as cores- Ruth Rocha
As cores e os dias - Ziraldo 
Flicts - Ziraldo
As cores do Elmer- David Mc Kee

8- Construção coletiva de livro sobre cores.

Sugerimos utilização da música "Aquarela' do Toquinho.
Cada grupo fica responsável por uma página e ao final juntam e montam um livro.
Ex: Sol amarelo, castelo marrom, luva rosa, guarda-chuva vermelho, mundo verde, etc.

9- Festa das cores

Ao fim da exploração de cada cor realizar uma festa.
Cada criança ficará responsável por trazer um objeto da cor estudada e vestir uma peça de roupa da mesma cor.
O professor montará uma mesa apenas com frutas e objetos da cor estudada e fará uma festa muito animada.


Ideia Criativa®. Artigo criado por Gi Barbosa em . Atividades pedagógicas para Educação Infantil Atividades e planos de aula para professores da Educação Infantil. Classificação: 5

domingo, 19 de março de 2017

Projeto Água:uma gota de consciência!

Os estados físicos da água- Mostra criativa

Mais um belíssimo e criativo trabalho da EMEI Tia Jussara- São Sebastião do Caí
Turmas envolvidas são berçários, maternais,  Pré I e Pré II
A professora Helô Erig nos apresentou este trabalho incrível com os Estados Físicos da Água dentro do Projeto:Água:uma gota de consciência!

Projeto:Água:uma gota de consciência!

Estado gasoso.
 Estado físico
 Este eu particularmente fiquei embasbacada com a criatividade
Projeto:Água:uma gota de consciência!
 E estado líquido.
Projeto:Água:uma gota de consciência!

Veja ainda:
Ideia Criativa®. Artigo criado por Gi Barbosa em . Atividades pedagógicas para Educação Infantil Atividades e planos de aula para professores da Educação Infantil. Classificação: 5

Pesquisa Ideia Criativa mais de 20.000 sugestões

Esta é a forma mais fácil de encontrar o que você procura neste site.
Basta digitar a palavra e pesquisar!
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