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Pesquisa Ideia Criativa

Atividade Número e Quantidade com Flash Cards e Tampas de Garrafa

Olá!

Esta é mais uma proposta de  atividade hiper bacana que você pode usar na Educação Infantil para trabalhar número e quantidade.
Você pode colar o número sobre a tampa para que a criança faça o pareamento ou deixar que ela apenas marque a quantidade após contagem.
Excelente material para o trabalho com crianças autistas.
Caso queira trabalhar com o movimento de pinça, basta utilizar pregadores de roupa em lugar de tampinhas.

Atividade Número e Quantidade com Flash Cards e Tampas de Garrafa
Montar o seu material é fácil. Basta baixar os flash cards logo abaixo , recortar e colar em cartolina plastificando em seguida.
Optamos por colorir os gatinho de cada quadro com uma cor diferente, parte do jogo que pode ser feito pelas crianças.
Espero que gostem da proposta.

Atividade Número e Quantidade com Flash Cards e Tampas de Garrafa

Atividade Número e Quantidade com Flash Cards e Tampas de Garrafa

Atividade Número e Quantidade com Flash Cards e Tampas de Garrafa
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Atividade Pedagógica Número e Quantidade

Olá!
Esta atividade consiste em que a criança faça a associação número e quantidade.
Muito interessante para os pequenos autistas.
Atividade Pedagógica Número e Quantidade
Disponha a figura do guarda-chuva sobre a mesa ou sobre uma bandeja, coloque certo número de gotas de água ao lado da figura e peça que a criança encontre entre os numerais a quantidade  indicada, ou peça que a criança retire um número do saco, coloque sobre o quadrinho no guarda-chuva, colocando do lado direito as gotinhas.
 É importante que as gotinhas sejam dispostas pela criança do lado direito, deste modo ela vai sendo preparada para o momento de utilizar a escrita.
Abaixo deixo o arquivo necessário para montar esta atividade.
Imprima, cole sobre cartolina ou papelão ( escolha um menos grosso para facilitar no momento do corte) , espere secar, plastifique com contact ou fita adesiva e recorte.
Seu joguinho está montado e vai durar um bom tempo.
Atividade Pedagógica Número e Quantidade
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Palhacinho feito de material reciclável

Olá

Este foi um trabalho proposto pela professora de minha filha.
Um palhacinho feito com material reciclável. Excelente para diversas temáticas como:
Reciclagem, Dia do Circo, Dias das Crianças, Meio Ambiente, etc...
Palhacinho feito de material reciclável

Primeiro Naty e Davi  foram coletar tampinhas de pet , amaciante e garrafas de iogurte, comprar elástico e cola de isopor, em seguida as outras crianças lavaram e secaram as tampinhas. Não é um trabalho simples pra ser feito por uma criança, mas vale muito a pena.
Davi fez o palhacinho auxiliado por todas as crianças. Eu fiz o cabelinho e juntos decidimos fazer a cabeça de isopor e o nariz de botão no lugar de utilizar uma cabecinha comprada no bazar, até pq aqui não se encontra.
Você pode pegar a LISTA DE MATERIAIS para fazer o palhacinho  no blog , SER FELIZ NÃO TEM IDADE.
Pena que o vídeo tutorial se perdeu, mas valeu o trabalho que envolveu toda a família.
Eu consegui encontrar um vídeo de COMO FAZER PALHAÇO COM MATERIAL RECICLÁVEL . Bem explicativo.
O resultado fica muito bacana e Naty adorou brincar com o palhacinho.



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Boneco Articulado Dia da Terra

Olá!

Que tal montar um bonequinho articulado para comemorar o Dia da Terra?
Esta é também uma bela atividade para seu Projeto Meio Ambiente.
A ideia é do site SUPER TEACHER onde você pode baixar o modelo para impressão.
As crianças vão adorar1
Boneco Articulado Dia da Terra
Esta é a produção de uma de minhas filhas. Ela desejou sugeriu escrever FELIZ DIA DA TERRA e colar em uma das paredes de seu quarto que funciona como mural

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Atividade Dia da Terra

Olá!

Uma atividade super fofinha de colorir para o Dia da Terra.
O dia 22 de Abril não é apenas dia do Descobrimento do Brasil, é também o dia de nosso planeta.
Atividade Dia da Terra
Faça uma rodinha de conversa com os pequeninos e fale sobre a Terra e como preservá-la. Deixe que exponha livremente suas ideias e conduza de modo divertido as perguntas em linguagem apropriada à cada faixa etária.

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Dicas para que os alunos gostem de Matemática


Algumas dicas para que os alunos gostem de matemática, não são fórmulas prontas e sim algumas sugestões, tiradas do livro: Projetos pedagógicos dinâmicos – A paixão de educar e o desafio de inovar (PATY FONTE):

“MATEMATIFRENDO”

• Antes de lançar um conteúdo matemático ex­plore-o na prática com seus alunos. Abuse de materiais concretos, pois o conceito abstrato é óbvio para você e não para criança. Conte balas, reparta chocolates, distribua bolas, invente jogos com pedrinhas etc.
• O lúdico é parceiro do professor - brincadeiras tradicionais podem e devem ser pensadas com olhar matemático.
• É fundamental que a criança compreenda a utilidade da Matemática em seu cotidiano e o porquê precisa estudá-la, reconhecendo-a no am­biente em que vive.
• A Matemática unida à Literatura fica mais agradável, poética e criativa, portanto leia um livro infantil atentando para isso.
• Tecnologias são grandes aliadas no ensino da Matemática: tempo de músicas, criação de filmes, tabelas e gráficos feitos em pro­gramas de computador, calculadoras no ce­lular e tantas outras que podem enriquecer aulas antes enfadonhas.
• Para que o ser humano se relacione bem com a Matemática, é necessário que faça todas as re­lações possíveis entre os objetos: é igual, é dife­rente, é maior, é menor etc. Do ponto de vista pedagógico, é importante que o professor leve a criança a construir todas as relações possíveis entre os objetos, nas construções do seu próprio brincar: agrupar objetos por suas semelhanças; fazer classificações simples e em série; comparar tamanhos: maior, menor, igual etc.
• O professor precisa levar em conta os conhe­cimentos prévios das crianças, propondo-lhes situações de aprendizagem nas quais utilizem a priori tais conhecimentos para depois, então, construir novos.
• Artes plásticas e musicais, receitas, quadri­nhos, encartes, bulas etc. Variar as propostas de atividades almejando atingir as preferências dos alunos.
• Comumente os professores ensinam as crianças a contar, a ler e a escrever os signos matemáticos sem que a criança tenha construído a estrutura mental do número. Assim, o que elas fazem está apenas relacionado às suas capacidades de me­morizar. Todas as situações de sala de aula podem e precisam ser exploradas pelo professor, visando encorajar seus alunos a pensarem acerca dos con­ceitos de número e de Matemática em geral.
• Para desenvolver as habilidades em resolução de problemas, é necessário que, desde o início da escolaridade, as crianças sejam desafiadas a buscar respostas para situações que lhes são propostas.
Em suma, defendo um ensino de Matemática que parta da realidade e do concreto; que adapte a criança ao ambiente escolar, dando-lhe oportunidade para que ela se revele em todos os seus aspectos: intelectuais, afetivos, sociais e físicos.
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Matematicando ou Matematifrendo?
O que é Matematizar para você como professor? E como aluno?
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Criatividade, ousadia, crítica e reflexão são ingredientes fundamentais em uma sala de aula que abre espaço para a criação, para a descoberta, para a renovação e para a reciclagem de ideias, posturas, conceitos e informações diversas.
É papel do educador descobrir mecanismos capazes de tornar sua atividade mais atraente, mais dinâmica, mais apaixonante, mais sedutora...
Qual o papel do professor? O que é fundamental em uma aula

COMPRE O LIVRO NO SITE PROJETOS PEDAGÓGICOS DINÂMICOS

CONTRIBUIÇÃO DA PROFESSORA FERNANDA MELO GEREZ PARA O ESPAÇO DO EDUCADOR IDEIA CRIATIVA

Como contar histórias-Texto para Reunião de Professores

Para refletir:
Como contar histórias-Texto para Reunião de Professores
“Contar histórias é encantar, é criar um mundo
novo, todinho de coisas boas...
Ouvir histórias, então, é encantar-se, é vislumbrar
esse mundo que só existe na imaginação”...

Como contar histórias

O contador de histórias consegue a atenção de todos, da mesma forma que um mágico ou um ator. A tarefa do contador de histórias é encantar o público, e, para que isso ocorra, ele próprio deverá primeiramente se encantar com as histórias. Quando estamos direcionando a contação para a nossa classe, devemos escolher as histórias adequadas e colocar presença, olhar para a classe, mesmo se estivermos lendo a história. Precisamos saber o que estamos lendo e nos sensibilizar. Através da nossa contação, o aluno forma uma imagem na cabeça dele... é como se os alunos formassem seus próprios filmes. Para o contador, o ritmo é fundamental. Há partes que devem ser contadas pausadamente, mas há situações em que devemos contar
com rapidez. O professor - contador deve ter uma boa dicção para promover o entendimento do grupo. Variações de tom de voz também são importantes: voz mais baixa, quase um sussurro, num momento de suspense, voz alta e forte, num momento de clímax...  As histórias devem ser treinadas pelos contadores. Caso resolva contar sem ler, ela deverá ser memorizada por nós. Para tanto deveremos contar as histórias pelo menos três vezes em voz alta a fim de nos apropriarmos do conteúdo, antes da apresentação, propriamente dita. Muitos contadores não modificam as histórias. Mas isso é possível, quando percebemos que não está adequado para o nosso público.
Fica a critério do contador adaptar ou não, realizando alguma alteração no texto.
Escutamos muito as pessoas dizerem: ele já nasceu médico; ele tem o talento de engenheiro; ele é ótimo na matemática; olha, ele é um ator nato! Porém, sabemos que ninguém nasce pronto. Assim como o bolo, necessitamos de bons ingredientes para aperfeiçoarmos os nossos talentos. O contador de histórias precisa ter vontade de buscar seu repertório em livrarias, bibliotecas e em seus próprios livros. Ele também deve ler a história e sentir se gostou. Nós contamos com mais entusiasmo o que nos agrada. Precisamos mais uma vez enfatizar o nosso propósito. Naquele momento, nós somos contadores de histórias. Portanto devemos convidar o nosso público a compartilhar desse tempo fora do tempo real. Tendo clara a nossa intenção, poderemos começar a nossa história com uma canção, com o tocar de um sino, com o apagar das luzes...
Não é necessário impor silêncio. O CONTADOR NÃO PRECISA ASSEGURAR-SE DE UMA ATENÇÃO FORÇADA. Trata-se de um CONVITE que aos poucos atrai a audiência do público. Muitas vezes o contador deve parar com a história por causa da
interferência de uma criança. Esse fato é real e precisamos saber como lidar esse tipo de situação. Estar presente é saber incluir o acaso, alguém que entra sem ser esperado, uma criança que faz uma pergunta, outra que começa a falar do pai ou do lanche. Precisamos estar preparados. Estar presente no instante da narração é dialogar com o que surgir, sem ter sido previsto, revertendo os acontecimentos
a favor da história.
Para Refletir

“A leitura abre espaços de interrogação, de meditação, de exame crítico, isto é, de liberdade”
(Ítalo Calvino)

“Contar histórias é revelar segredos, é seduzir o ouvinte e convidá-lo a se apaixonar... pelo livro... pela história... pela leitura. E tem gente que ainda duvida disso.”
(Grupo Morandubetá Contadores de Histórias)
Os segredos de um contador de histórias

- Veja agora, algumas dicas importantes:

a) Curta a história – o bom contador acredita na sua história, se envolve e vibra com ela. Se o professor não estiver interessado, dificilmente conseguirá interessar as crianças.

b) Evite adaptações* – o melhor é ler o que está escrito no livro. Não privar os alunos do contato com o texto literário. Os velhos contos de fadas são histórias cheias de fantasias e de poesia. Lidam com sentimentos fundamentais do ser humano: o medo, a angústia, o ódio, o amor. Permitem à criança exercitar através da imaginação, soluções para problemas concretos da vida, que interessam ao adulto.

* Professor, a questão da adaptação deve ficar a seu critério, pois cada contador tem
uma opinião sobre isso.

c) Não explique demais – a adaptação de histórias é uma descaracterização da história na vida da criança. Muitas vezes, a história exerce a função de desenvolver ou até prolongar o mistério. Ao fazer a tradução ou adaptação, o professor deixa tudo muito bem esclarecido, não restando qualquer mistério. Ao ser encerrada, a história realmente se encerra, deixando de existir para a criança.

d) Uma história é um ponto de encontro – ao entrar numa roda de história, a criança participa de uma experiência comum que facilita o conhecimento e as ligações com as outras crianças.

e) Uma história também é um ponto de partida – a partir de uma história é possível desenvolver outras atividades: desenho, massa, cerâmica, teatro, outras histórias ou o que a imaginação sugerir.

f) Moral da história – nenhuma, ou melhor, várias. Essa história sobre os segredos das histórias e os contadores de histórias é só o começo, o resto quem conta somos nós, com a experiência, imaginação e bom senso. Os ouvintes também podem ter entendimentos diferentes.

g) Comentar a história – fazer perguntas diretas para a criança, verificando se ela figurou bem cada um dos caracteres, se os moldou de acordo consigo mesma, se o caráter que nos apresenta é o que pretendíamos transmitir.

h) Dar modalidades e possibilidades da voz – sussurrar quando a personagem fala baixinho ou está pensando em algo importante, falar tão baixo de modo quase inaudível, nos momentos de dúvidas, e usar humoradamente as onomatopeias (imitações de sons), os ruídos, os espantos, levantar a voz quando uma algazarra está acontecendo. Ë fundamental dar longas pausas quando se introduz o “Então...”, para que haja tempo de cada um imaginar as muitas coisas que estão para
acontecer em seguida.

Mensagem

Cada letra uma aventura
(Marlene Godinho)

Cada letra é uma chave, a rodar na fechadura
Abrindo a porta encantada, do castelo da leitura […]
As histórias nos encantam, e trazem lembranças queridas.
Por isso, todas no livro, nunca serão esquecidas. 


Fonte: Curso “Como contar história” - Innovare


Tenha uma excelente semana!

CONTRIBUIÇÃO DA PROFESSORA FERNANDA MELO GEREZ PARA O ESPAÇO DO EDUCADOR IDEIA CRIATIVA


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Atividade Letra A Educação Infantil


Olá!
Vamos trabalhar com a vogal A?
Atividade super simples de reconhecimento da letra A. A criança pode pintar a letra ou fazer colagem, em seguida encontrar a letra A e circular com giz de cera ou lápis de cor.
Espero que gostem
Atividade Letra A Educação Infantil
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Atividade Letra G Educação Infantil

Olá!

Vamos trabalhar com a consoante G?
Atividade super simples de reconhecimento da letra G. A criança pode pintar a letra ou fazer colagem, em seguida encontrar a letra G e circular com giz de cera ou lápis de cor.
Espero que gostem
Atividade Letra G Educação Infantil
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Atividade Letra Inicial Educação Infantil

Olá!

Com esta atividade vamos trabalhar a associação  FIGURA X LETRA INICIAL.
Peça que a criança observe a figura e diga seu nome em voz alta. Em seguida pergunte qual o som da letra inicial e peça que faça a correspondência.
Atividade Letra Inicial Educação Infantil
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